
Adega da Vila
Churrasqueira Borges
O Burgo
Casa Velha
Churrasqueira A Copa
Meta dos Leitões - Lousã
São Paulo
Tó dos Frangos
A Viscondessa - Mélia
O Gato
1947
Capas Negras
Filme português, realizado por Armando Miranda, retrata a Coimbra dessa época.

Lula da Silva
Hoje, em Coimbra, na cerimónia do seu doutoramento «honoris causa», na Sala dos Capelos da Universidade, declarou:
“Mais do que um reconhecimento pessoal, acredito que esta láurea é uma homenagem ao povo brasileiro, que nos últimos oito anos realizou, de modo pacífico e democrático, uma verdadeira revolução económica e social. O Brasil deu um enorme salto qualitativo no rumo da prosperidade e da justiça, deixando para trás um passado de frustrações e cepticismo. Após uma prolongada estagnação, o Brasil voltou a crescer de modo vigoroso e continuado, gerando empregos, distribuindo renda e promovendo vasta inclusão social. Uma admirável participação popular e o envolvimento de todos os sectores da sociedade brasileira permitiu tirar 28 milhões de pessoas da linha da pobreza e fazer com que outras 36 milhões ascendessem à classe média, no maior processo de mobilidade social da história do país”
1989
Serenata Monumental
Toada Coimbrã
Rui Pedro Lucas - cantor
Alcides Sá Esteves - cantor
António Vicente - Guitarra
João Paulo Sousa - Guitarra
João Carlos Oliveira - viola
Jorge Mira Marques - viola
Lula da Silva
É amanhã, 30 de Março, que a Universidade de Coimbra confere o grau de Doutor “Honoris Causa” ao ex-presidente do Brasil, Lula da Silva.
Há uma velha tradição da nossa Universidade na atribuição deste título honorífico aos Presidentes do Brasil. Café Filho, Kubitschek de Oliveira, Tancredo das Neves, Fernando Henrique Cardoso e José Sarney, foram distinguidos anteriormente.
A cerimónia está marcada para as 10h30 e realiza-se na Sala Grande dos Actos.
Coimbra
A Tuna, divertindo-se e divertindo os passantes, na sua actuação de hoje, na Praça Velha. Boa!

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
Manuel Alegre, O Canto e as Armas, 1967

Os Vampiros
Ontem, hoje e àmanhã, matizados de várias cores.
. .
. Coimbra
. As Mãos
. Zeca
. O Beijo
. Semana Internacional do C...
. Carnaval
. Portugal
. Penela
. Ciência
. Justiça
. Olaria
. Saúde